Pêra-Manca

Nova edição: Pêra-Manca tinto 2013 17/11/2017

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O Pêra-Manca tinto 2013, a nova colheita do mais emblemático vinho tinto da Fundação Eugénio de Almeida, é apresentado ao mercado numa edição ainda mais limitada do que as anteriores. Deste vinho foram engarrafadas cerca de 19 mil garrafas, reforçando assim o grau de exigência da Adega Cartuxa na seleção das colheitas que só podem ser, naturalmente, de qualidade excecional.

À semelhança da colheita de 2011, o Pêra-Manca tinto 2013 é apresentado com o inovador sistema de segurança que permite ao consumidor garantir a sua autenticidade. O sistema consiste num código único, associado à utilização de uma imagem holográfica e um QRCode de controlo, da Imprensa Nacional Casa da Moeda, que permite a esta entidade fazer a rastreabilidade dos selos, incorporado na cápsula da garrafa, que pode ser validado no sítio da internet da marca, dando assim a garantia de aquisição de uma garrafa original. José Mateus Ginó, presidente do Conselho Executivo da Fundação Eugénio de Almeida, recorda que o sistema foi implementado na edição de 2011 por forma a garantir ao consumidor a autenticidade das suas garrafas. O mesmo responsável sublinha ainda que “a Adega Cartuxa tem procurado seguir uma estratégia de inovação constante ao longo dos últimos anos”.

Produzido apenas em anos de colheita excecional, o Pêra-Manca tinto foi apresentado pela primeira vez em 1990. Segundo Pedro Baptista, enólogo da Fundação Eugénio de Almeida, “a colheita tinto 2013 responde aos critérios de qualidade extrema a que este vinho obriga”. O ano de 2013 caraterizou-se por ser um ano de ciclo vegetativo da videira bastante equilibrado do ponto de vista climatérico. As uvas atingiram o seu ponto de maturação de forma lenta, garantindo um excelente potencial. A vindima correu com normalidade, tendo as chuvas começado quando quase toda a produção estava vindimada, preservando assim a excelência das uvas. Elaborado a partir das habituais castas Trincadeira e Aragonez, provenientes de talhões de uma das vinhas mais velhas da Fundação Eugénio de Almeida, «foi possível a obtenção de um vinho bastante equilibrado e elegante, com uma frescura ímpar para o habitual na região», destaca o enólogo. A escolha automática das uvas, feita bago a bago, é extremamente rigorosa permitindo que somente as melhores, em perfeito estado sanitário e de maturação, sigam o seu processo de produção.

O Pêra-Manca tinto 2013 fermentou em balseiros de carvalho francês com temperatura controlada a que se seguiu maceração pós-fermentativa prolongada. Estagiou dezoito meses em tonéis de carvalho francês, tendo sido engarrafado em Abril de 2015. O estágio em garrafa foi feito, como é tradição, nas caves do Mosteiro da Cartuxa.  
Apresenta cor granada densa e concentrada. Aroma muito elegante e fresco, com fruta muito intensa a dominar. Aromas de frutos vermelhos, trufa, especiarias e um caráter balsâmico mais fresco e mentolado. Na boca exibe enorme textura, denso, fresco, com fruta elegante, corpo rico e taninos muito robustos. Acidez muito equilibrada, termina complexo, intenso, com final de boca muito longo e persistente.

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